A pensão alimentícia ajuda a custear necessidades essenciais de filhos ou de outras pessoas que dependem financeiramente de alguém.
Ela pode contribuir para alimentação, moradia, educação, saúde, roupas, transporte e atividades necessárias ao desenvolvimento. Por isso, seu valor não deve ser definido apenas com base em uma despesa isolada.
Quando não existe acordo, o pagamento pode ficar irregular ou abaixo das necessidades de quem recebe. Também há casos em que a pessoa responsável deixa de pagar, deposita somente quando deseja ou esconde informações sobre sua renda.
A atuação jurídica busca analisar as necessidades de quem solicita a pensão e as condições financeiras de quem deverá pagá-la.
Quando já existe um valor estabelecido e ele não é cumprido, podem ser avaliadas medidas para cobrar as parcelas atrasadas e regularizar os pagamentos.
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